sábado, 20 de março de 2010

20 de março - Dia mundial sem carne



O Dia Mundial sem Carne é um evento internacional, promovido pela FARM (Farm Animal Reform Movement), e seu objetivo é mostrar para a população em geral que é possível viver de forma saudável e prazerosa sem fazer uso de alimentos de origem animal। E que esta opção oferece inúmeras vantagens, tanto para o indivíduo quanto para o planeta। Veja:

Saúde
Quem não come carne corre menos riscos de sofrer distúrbios do coração, de contrair câncer (especialmente de cólon e do intestino) e de enfrentar problemas como obesidade, hipertensão e diabetes. E também fica livre das doenças diretamente relacionadas ao consumo da carne, tais como a salmonela, a toxoplasmose, a gripe do frango e a doença da vaca louca, que já fizeram milhares de vítimas no mundo todo.

Meio ambiente
Florestas inteiras são devastadas para darem lugar a pastos. A emissão de gás metano, expelido pelo gado bovino, é uma das principais causas de poluição do ar e da destruição da camada de ozônio. Além disso, a indústria da carne é a maior poluidora das águas e destruidora do solo. Essa devastação pode comprometer de maneira irreversível a sobrevivência das gerações futuras!

Fome mundial
A maior parte dos grãos e da soja produzidos hoje no planeta destina-se à produção de rações utilizadas na engorda dos animais de corte. Se estes grãos fossem usados diretamente na alimentação humana, haveria comida mais do que suficiente para todas pessoas do mundo. Parece utopia, mas não é: acabar com a fome é possível!

Respeito aos animais
Porcos, vacas, galinhas, perus, peixes, coelhos, cabritos... Todos estes animais, destinados majoritariamente ao abate, são sensíveis e inteligentes. Estudos científicos recentes comprovam: eles experimentam emoções como o medo e a angústia e sentem dor exatamente como nós, seres humanos. Ainda assim, todos os anos, a indústria da carne submete bilhões de animais a maus tratos, confinamento, manejo brutal e morte cruel. Será que isso está certo?

Por Dr George Guimarães - Nutricionista especializado em dietas vegetarianas - Fonte: Nutriveg

O que se pode fazer neste dia?

- Convidar a família ou amigos para irem a um restaurante vegetariano;
- Levar uns petiscos vegetarianos para o trabalho ou para a escola, para partilhar com os colegas (veja algumas receitas);
- Distribuir folhetos e cartazes (sugestões);
- Assistir a um documentário que faça você refletir sobre as consequências do consumo de carne (A Carne é Fraca);
- Ou quem sabe, a melhor de todas as alternativas... Adotar de vez uma dieta vegetariana!

FONTE: cantinhovegetariano.blogspot.com

sábado, 27 de fevereiro de 2010

O MAIOR DOS ABSURDOS:

Recebi isto por email, do meu querido amigo, Gerson Andrades:


Você sabe o que é o AUXÍLIO RECLUSÃO?

Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, a partir de 1º/1/2010 é de R$798,30 por filho para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso. Mais que um salário mínimo que muita gente por aí rala pra conseguir e manter uma família inteira.

Ou seja, (falando agora no popular pra ser entendido)
Bandido com 5 filhos, além de comandar o crime de dentro das prisões, comer e beber nas costas de quem trabalha e/ou paga impostos, ainda tem direito a receber auxílio reclusão de R$3.991,50 da Previdência Social.
Qual pai de família com 5 filhos recebe um salário suado igual ou mesmo um aposentado que trabalhou e contribuiu a vida inteira e ainda tem que se submeter ao fator previdenciário?
Mesmo que seja um auxílio temporário, prisão não é colônia de férias.
Isto é um incentivo a criminalidade nesse pais de merda, formado por corruptos e ladrões.

Não acredita?
Confira no site da Previdência Social.

Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS
( http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22 )

Pergunto-lhes:

1. Vale a pena estudar e ter uma profissão?
2. Trabalhar 30 dias para receber salário mínimo de R$510,00, fazer malabarismo com orçamento pra manter a família?
3. Viver endividado com prestações da TV, do celular ou do carro que você não pode ostentar pra não ser assaltado?
4. Viver recluso atrás das grades de sua casa?
5. Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso, recebe uma bolsa de R$798,30 para seu sustento?
6. Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas?
7... Vc acredita nas promessas dos politicos corruptos, ladrões eleitos pela grande massa de ignorantes em nosso pais?
8. Você acredita no discurso da polícia que está se esforçando pra diminuir a criminalidade?

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O que é o Comunismo?

Os homem de má fé nesta sociedade hipócrita têm uma feia mania de criticar o Sistema Comunista, definindo-o como o sistema em que as pessoa tem de abrir mão de tudo o que conquistaram com o suor de cada dia, um sistema em que vive-se como marginais, mortos de fome e obrigados a agir e viver da forma imposta pelo governo.
Isto não é comunismo, aquele comunismo idealizado por Karl Marx e, inicialmente, lançado por Lênin em 1917, isso é Ditadura Socialista e ditadura é o principal erro do socialismo, é o ponto fraco lançado por Stalin em 1922, na mesma Rússia que um dia foi de Lênin.
A ditadura é a arma do capitalismo e usa-la para combate-lo é cair em auto-sabotagem, é dar motivos para que estes "nos" julguem como estúpido desprovidos de ideias e princípios. Muitos, com certeza, dirão que não há ditadura em um sistema em que o principal "ideal" é a livre iniciativa privada, a "liberdade de escolha". Eles lançam "infinitas ideias" em que pode-se escolher qual delas lhe convém, mas eles "nos" massificam, fazendo-nos estar sempre no mesmo circulo vicioso impregnado pela moda, pelos atuais meios de comunicação e, a base de tudo, o consumo social e privado.
Entre a "ditadura capitalista" e a Ditadura socialista a unica diferença é que a primeira te faz pensar ser o agente, sendo você quem, literalmente, sofre as ações e a segunda faz-te agir e sofrer as consequências de "suas" ações, ou seja, uma "inventa" suas verdades e a outra te mostra a verdade deles(o que normalmente não agrada). Mas ambas fecham o mundo em uma caixinha de sapatos, limitam-nos cada uma a sua maneira. O capitalismo limita nossas ideias e a Ditadura Socialista limita nossas ações.
E então é mesmo "justo" dizer que Ditadura Socialista e comunismo são a mesma coisa pelo simples fato de aquela ter sido fundada nas bases desta? Marx não idealizou a ditadura socialista, ele fez menção à uma ditadura do proletariado, em que os trabalhadores teriam seu direitos por igual, justamente, bem remunerado pelo serviço que fazem, sem a exploração por parte dos burgueses. E a sociedade atual que tanto reclama dos salário mal pagos e da exploração do trabalhador, em suas horas extras que muitas vezes são horas de lazer perdidas e dinheiro não ganho, ainda aceitam viver nesta ditadura capitalista?
Digo a todos, antes de me criticarem, que sou totalmente contraria a qualquer ditadura e adepta da liberdade de expressão. Acredito na igualdade social e no respeito a quem produz. E assim como Marx, acredito que, pelo capitalismo, "O homem produz apenas para ter o produto de seu trabalho a fim de troca-lo por outro. Graças a roubalheira do comércio, todos acabam se alienando. No entanto por mais que se seja fechado no circulo de ferro da propriedade privada, o homem não deixa de carecer humanamente de produtos que estão nas mãos de outrem. Estabelece-se, assim, uma tensão que a projeta além da propriedade privada e leva à desalienação"
E sobre o Socialismo Utópico ele pensou: "Como imprimir a essa força social utópica um cunho científico, capaz de uma crítica teórica efetiva da sociedade capitalista, que redunde num programa político? É nesse sentido que o Manifesto Comunista insiste na necessidade de substituir o programa contra a propriedade privada em geral pelo projeto da apropriação coletiva dos meios de produção, atingindo pois, pela raiz, tanto o funcionamento do modo de produção capitalista, quanto a fonte da alienação do homem que vive numa sociedade desse tipo"
Fica claro então que o que muitos chamam Comunismo, não o é. Marx não pensou para Stalin, Fidel, ou qualquer outro ditador. Marx não pensou nem para Guevara. Marx pensou para o trabalhador e é a partir disto que funda-se o Comunismo.
Comunismo é a igualdade social, onde não há homem ganhando injustamente às custas de outros, onde o homem não trabalha por troca, trabalha por si, para si. Comunismo é o fim da alienação humana!
As fontes dos trechos citados acima são do livro MARX
Coleção PENSADORES
Editora: NOVA CULTURA

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Oração direcionada ao grande amigo Gerson Andrades

Peço a Deus que dê forças ao nosso amigo tão querido Gerson Andrades, que está passando por um momento difícil e que precisa de toda minha força. Dôo a ele minha preciosidade, a coisa mais poderosa que me pertence, minha fé. Dôo a ele parte de minha vida.
Quero evocar a proteção do Deus vivo, pare que , mais do que nunca, esteja com ele, carregue-o no colo e o guie ao fim dessa luta, vitorioso.
Que ele saiba resistir as tormenta e as fraquezas, e enfrente tudo com a alegria que sempre teve, que ele faça jus ao que sempre me ensinou "Sejam jovens com todas as belezas que a juventude oferece".
Você meu amigo, tem muito mais juventude que eu e Scarlett juntas. Então, não perca isto, não deixe nada destruir isto. Imagino que você esteja sendo forte, pois sei que é assim que você é, mas ainda assim, peço-lhe que o seja sempre.
Que Deus saiba, que eu e Scarlett estaremos sempre dispostas a nos doar por esse amigo. Tenho fé de que Ele lhe fará sair dessa sem que você sofra e que tire os pontos "positivos" desse problema.
Tens, amigo, todo nosso carinho, amizade e amor. Conte conosco!
Hugs, bacios e força.

sábado, 2 de janeiro de 2010

A importância da publicidade

Publicidade é definida pelo dicionário como Qualidade do que é público ou do que é feito em público; Publicação de matéria jornalística de interesse de uma organização , empresa, indivíduo, etc; Propaganda
Acredito na publicidade além de sua definição, além de uma mera propaganda da tavê, do rádio ou dos outdors. Propaganda pra mim é a essência do ato de transcrever o intuito da oferta que vai além de um simples produto oferecido por uma empresa.
Por isso creio que nada pode ser simplesmente criado de forma "magnificânte" e deixado a mercê do conhecimento de uns. Tudo o que pode ter um fundamento em comum com a sociedade deve ser compartilhado, e os meios de comunicação vem nos proporcionando o prazer desta comunhão.
Transmitir informações, tornar uma informação pública é propor a outros uma ideia que um dia pertenceu a um apenas. Quando se faz tal coisa, tem-se a certeza de que alguns podem aderia a essa ideia e outros não, tem-se a certeza de que não agradará a todos, que haverá criticas e que estas podem ser construtivas ou não.
Acredito, seriamente, que os meios de comunicação vem sido usados de forma gananciosa, tornando-se cada vez mais fúteis e insuportaveis, mas tenho a certeza de que há na publicidade um fundamento evolutivo sem igual.Só é necessário que cada ser forme um conceito e deixe de ser tão influenciavel, pois os homens que tem esta mesma percepção tornam-se atormentadores da mente humana, seja por dinheiro ou seja por prazer.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Palavras Complicadas

Generalização: "Todos os políticos são como Arruda",
Devemos pensar antes de dizer algo, pois equívocos saem da boca do povo frequentemente. "Nenhum homem presta", "Toda mulher fala coisa fútil".
Estas são frases que ultimamente escuto com frequência. Considero-as precipitadas e ignorantes. Você não "deve" generalizar algo e/ou alguém. Ao falar que todos os políticos são como Arruda, tenho que conhecer esse "todos" para formular a minha opnião.
A consequência da generalização é o "pré-conceito" sobre as coisas que não conhecemos o bastante para conceituar e/ou opinar.

Perfeição: "O Brad Pitt é perfeito"
Nada é perfeito. Por que as vezes tudo que gostamos é melhor do que o que odiamos? Posso não gostar do Flamengo , mas reconheço que ele é um bom clube.
É estranho mentir para si mesmo. Apesar de não gostar de algo tenho que reconhecer que existem pessoas que gostam, e que tal coisa assim como tem seus defeitos, tem suas qualidades.
O fato de eu não gostar de algo não interfere na qualidade e nas atitudes deste.

"Posso não concordar com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito em dizê-lo." (Voltaire)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Da razão de um Maior Abandonado

Sou ariano. E ariano não pede licença, entra, arromba a porta. Nunca tive medo de me mostrar. Você pode ficar escondido em casa, protegido pelas paredes. Mas você tá vivo, e essa vida é pra se mostrar. Esse é o meu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho.
(Cazuza)




Há sempre uma afirmação incontrolada na presunção humana tida apenas numa primeira instância perceptiva, num primeiro olhar que enganosamente costuma definir as coisas e pessoas como um “isto e pronto”. Definições são limitações que nos retardam a percepção. “Pré-conceituações”, “pré-definições” e uma constante dificuldade em conviver com o diferente levaram durante séculos a perseguições de grandes heróis que lutavam por ideais coletivos, que não se individualizavam. Anos se passaram e continuamos caindo no mesmo erro secular. Dizem de um Cazuza antagonista, vilanizado, “o marginal da zona sul”, mas dentre estes, existe algum a se preocupar em ponderar sobre o conceito que se implícita no soar da palavra marginal? Garanto que estes que o consideram um exemplo a não ser seguido, desconhecem que, ao buscar em sua etimologia, marginal nos diria do todo que é feito à margem, daquilo que é excluído por uma sociedade dita correta; pessoas tidas de um primeiro olhar, de uma definição meramente perceptiva, postos a par do que Marx chamou sociedade em seu projeto igualitário. Que e quem são estes corretos que só me aparecem nos cinemas e que nunca me foram apresentados – sujeitos perfeitos, distintos em suas ponderações, reais exemplos sociais? Estes homens e mulheres do social, ao exemplo do fracassado American way, condicionam-se a subjugar heróis e representam uma extrema e medonha maquinização social voluntária.

Começa-se por julgar o que não se tem mérito quanto o que se deveria era refletir sobre o próprio papel que estes exercem em tal maquinização. E o discurso é sempre o mesmo: o mocinho drogado, o agnóstico, o homossexual, o baderneiro, o marginal. Quem são estes, senhoras e senhores? Quem são estes indivíduos que pregam uma sociedade perfeita sem se perceber que sociedade não se dá como projeto excludente em si (ou pelo menos não deveria)? Marx defendia uma sociedade sem hierarquia, onde todos fossem iguais; e não se dizia de uma uniformidade social e sim sobre indivíduos diferentes convivendo com as diferenças dos outros, buscando a harmonia do todo coletivo. E como dizer da sociedade atual se não houvesse Gandhi, Sócrates, Buda, Marx e Lênin, Luther King? São homens marginalizados em seu tempo, julgados e perseguidos. Incompreendidos. Eram “marginais” sim, eram excluídos e se transformaram em heróis. Heróis dos que hoje insistem em julgar àqueles que não aceitam o dito pelo dito, àqueles questionadores que futuramente serão também seus heróis. Ora, será que a senhora psicóloga que “se dignou” a definir Cazuza como um “criminoso”, pensaria sobre a evolução da medicina preventiva às DSTs e AIDS e que esta se deu principalmente pelo sofrimento do homem de que julga? A questão não é ser certo ou errado em suas escolhas, mas o que fazer a partir delas. E Cazuza fez. Homens que fazem a diferença são sempre polêmicos, e por quê? Porque não se deixam normalizar, não se permitem ser maquinizados, acordam do pesadelo social e querem desesperadamente despertar os outros. E acabam sendo os vilões da história os “ex-óticos” que causam estranhamento aos normalizados sociais.

E, num segundo nível, quais são os qualificados a dizerem sobre o que é certo e ou errado e, principalmente, a preconceituar indivíduos sem analisarem-se como integrantes do social e, como tal, qual a mudança, a retificação a que se propõem? É simples arquitetar o outro sob princípios desconstrutivos. Perante o hábito de se projetar no outro o que não se encoraja ser, tais senhores ditos exemplares acegueiam-se na tentativa de utilizar a negação como princípio sem se compreender o que se nega. Não me admiro. Os heróis são bons somente enquanto não atrapalham a fluidez ditatorial dos cronômetros sociais – e Cazuza não dava a mínima para o tempo. Filósofos são seres incompreendidos, são homens que não se acomodaram com o calor falseado dos pêlos da sociedade e subiram para ver o que haveria além deles.

Viver no capital é mais cômodo. E o capital julga os que não querem fazer parte dele. O abrigo dos terninhos, das gravatas, das carteiradas numa constante implicação de um “sabe com quem está falando?” parece mais apropriado e digno aos homens distintos deste país; tudo o mais é subjugado. Se Cazuza fosse mais um desses executivos que fazem de tudo para garantir aquele projeto importante ou aquele político contundente que desvia dinheiro da merenda escolar e que sempre aparece sorrindo no horário nobre – seja ele drogado, alcoólatra, homossexual ou realmente um traficante – talvez acabasse sendo o mocinho da história. Monta-se a imagem e pronto. Mas ele escolheu fazer diferente. Escolheu a polêmica e foi marginalizado. E tantos outros heróis que decidiram fazer diferente foram posto a par da “sociedade perfeita”.

Gandhi queria desenvolver a bondade e o altruísmo nos homens e foi tido inimigo do Estado Inglês. Marx buscava uma sociedade mais justa e mais harmoniosa e foi tido como louco. Cazuza se opunha às padronizações e ditames sociais e é hoje julgado como o marginal, o vilão, uma desconstrução social. Os heróis sabem que serão incompreendidos e Cazuza já se lamentava por isso: “Vamos pedir piedade [...] para essa gente careta e covarde” ele dizia. É lamentável ter de ler associações como estas de pessoas que dizem buscar construir uma sociedade ideal “com conceitos de certo e errado”. Novamente eu pergunto: o que é o certo ou errado e quem são os definidores perfeitos de tais conceitos? Certamente seres maquinizados, homens e mulheres engomados, mascarados pelas nomenclaturas sociais, dos executivos, dos militares, das senhoras distintas que jamais se despenteiam – as típicas garotas-propagandas estadunidenses dos anos 30. A estes a piedade referida pelo grande Cazuza. “Viva a Erundina. E que todo brasileiro tenha comida e sexo em exagero!” (Cazuza).

Nós gostamos de ROCK e somos loucos
Eles fazem besteiras e são normais
Que vivam os loucos de boa cabeça
E pela metamorfose da vida se tornem
MALUCO BELEZA!

(Cazuza)



José de Assis Júnior

Estudante de comunicação e crítico de cinema.